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AS ARMAS DA PERSUASÃO: COMO INFLUENCIAR E NÃO SE DEIXAR INFLUENCIAR

Palestras e Treinamentos

AS ARMAS DA PERSUASÃO: COMO INFLUENCIAR E NÃO SE DEIXAR INFLUENCIAR

A brilhante obra de Robert Cialdini nos conduz por explicações que esclarecem os fatores que nos levam a dizer SIM a outras pessoas. 

A nossa tendência de buscar um consentimento automático e impensado nos promove a meros espectadores de interesses e vontades, na medida em que relações ocorrem a todo o tempo e não paramos para refletir sobre elas.

“A civilização avança ao ampliar o número de operações que podemos realizar sem pensar nelas”, ALFRED NORTH WHITEHEAD. 

Há anos sabemos que as pessoas compram na base da emoção e justificam suas decisões de compra na base da lógica. QUEM NUNCA? 

?VOCÊ SABIA que um princípio conhecido do comportamento humano afirma que, ao pedirmos um favor a alguém, teremos mais sucesso se fornecermos um motivo?

Quando uma pessoa encomenda sua mercadoria, ainda que o lucro seja tão pequeno que mal compense o tempo e o esforço da ligação do vendedor, ela já não é um cliente potencial – é um CLIENTE REAL!

?E um pensamento para reflexão diante de reflexões contestadoras: “Aquele que concorda contra sua vontade / Continua com a mesma opinião.” 

As armas da persuasão: como influenciar e não se deixar influenciar

A brilhante obra de Robert Cialdini nos conduz por explicações que esclarecem os fatores que nos levam a dizer SIM a outras pessoas. 

A nossa tendência de buscar um consentimento automático e impensado nos promove a meros espectadores de interesses e vontades, na medida em que relações ocorrem a todo o tempo e não paramos para refletir sobre elas.

“A civilização avança ao ampliar o número de operações que podemos realizar sem pensar nelas”, ALFRED NORTH WHITEHEAD. 

Há anos sabemos que as pessoas compram na base da emoção e justificam suas decisões de compra na base da lógica. QUEM NUNCA? 

?VOCÊ SABIA que um princípio conhecido do comportamento humano afirma que, ao pedirmos um favor a alguém, teremos mais sucesso se fornecermos um motivo?

Quando uma pessoa encomenda sua mercadoria, ainda que o lucro seja tão pequeno que mal compense o tempo e o esforço da ligação do vendedor, ela já não é um cliente potencial – é um CLIENTE REAL!

?E um pensamento para reflexão diante de reflexões contestadoras: “Aquele que concorda contra sua vontade / Continua com a mesma opinião.” 

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